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Pormenor de exposição

:: Exposições no C.P.F.

Indispensável para responder a um público alargado, o calendário expositivo proporciona não apenas o conhecimento da evolução da fotografia, como as experiências pessoais e coletivas que marcaram a teoria e a prática fotográficas nacional e internacional. Conjugam-se assim os objetivos pedagógicos, sociais e artísticos, garantindo-se uma periodicidade regular ao longo do ano.
A programação do Centro Português de Fotografia tem procurado equilibrar a fotografia contemporânea e histórica, a fotografia portuguesa e internacional.

  | Horário – novembro a fevereiro
     
terça a sexta-feira
10h00 - 12h30 / 14h00 - 17h00

sábados, domingos e feriados
15h00 - 19h00

Horário nos restantes meses: clique aqui

O Centro Português de Fotografia encerra a 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro
     
Entrada livre

Núcleo Museológico António Pedro Vicente | Exposição Permanente
Câmara fotográfica Leica Organizada por grupos tipológicos (ou “famílias”), a exposição inicia-se com exemplares raros de câmaras daguerreotípicas, percorrendo, em seguida, o longo período das câmaras de campo (em madeira) e das câmaras de estúdio, verdadeiras obras-primas da marcenaria da transição do século XIX-XX. São apresentados câmaras e visores estereoscópicos num percurso histórico-evolutivo, desde os primeiros exemplares às “descartáveis” atuais. O mesmo esquema de apresentação é seguido no caso das câmaras de fole, compreendendo exemplares raros, de grande valor estético e em magnífico estado de conservação.
O período de grande vulgarização da prática fotográfica amadora pode avaliar-se pela seleção de umas dezenas de “Caixotes”, de vários materiais e países. Também a época do fotojornalismo é revisitada, com uma bela coleção de câmaras 35mm, destacando-se as Leicas e um grande número de imitações desta câmara mítica. O mesmo acontece, no caso das câmaras de objetivas gémeas, com as Rolleis e suas inúmeras imitações, e nas médio formato com a Hasselblad e seus sucedâneos.
Uma sala é inteiramente dedicada ao império Kodak. Despertam sempre particular interesse do público as coleções de câmaras de espião e as miniaturas e subminiaturas.
Na cela que abrigou Camilo Castelo Branco, mostra-se uma seleção de câmaras especiais, destacando-se a Escopette de Darier e a Ermanox, bem como a câmara utilizada por Tavares da Fonseca nos seus extensos levantamentos aéreos de Portugal.
Mostram-se ainda exemplares de “jumelles”, câmaras de corpo rígido e instantâneas, percorrendo a história da Polaroid.
O Núcleo Museológico apresenta ainda uma variedade de materiais e equipamentos fotográficos: flashes, exposímetros, químicos e equipamento de laboratório.

Programa das Exposições

 
“Grid Cities – Pombaline”
 © John Frederick Anderson

© John Frederick Anderson
   Grid Cities - Pombaline é uma série de fotografias que fazem um estudo visual da obra de Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde Marquês de Pombal, e da reconstrução da cidade de Lisboa, e do porto marítimo de Vila Real de Santo António no Algarve. Carvalho foi secretário de Estado do rei José I de Portugal quando, na manhã de 1 de novembro de 1755, uma série de três terramotos atingiu o sul de Portugal, destruindo grande parte da cidade de Lisboa e várias cidades costeiras, provocando três maremotos devastadores e causando enorme perda de propriedade e vidas. Carvalho sobreviveu e foi instruído pelo rei para assumir o caos e reconstruir Lisboa e outros centros urbanos que foram destruídos.

Carvalho supervisionou os planos para a reconstrução de Lisboa que foram elaborados pelos engenheiros militares Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Elias Sebastian Pope. No prazo de um ano apos a catástrofe, a construção em Lisboa começou na área conhecida como Baixa, onde as ruas foram dispostas num plano de grade com larguras fixas para estradas e praças grandes. A reconstrução introduziu projetos iniciais para edifícios antissísmicos e foi pioneira em técnicas de construção pré-fabricadas. O “Estilo Pombalino”, como ficou conhecido, propôs estruturas de até quatro andares com arcadas no piso térreo e um estilo estético de detalhes visuais discretos nas fachadas, indicando a hierarquia social e o uso do edifício. O estilo pombalino foi uma interpretação racional do estilo rococó, baseado nas novas propostas do Iluminismo - razão e ciência, usando decoração contida e azulejos. A Lisboa que Carvalho reconstruiu é conhecida como a primeira cidade moderna no ocidente dentro do esquema global do Urbanismo Iluminista.

(…)

John Frederick Anderson

 
   
             
Prémio Estação Imagem | 2018 Coimbra
 © Gabriel Tizón

© Gabriel Tizón
   A Câmara Municipal de Coimbra é o novo parceiro oficial do PRÉMIO ESTAÇÃO IMAGEM, o concurso destinado ao fotojornalismo e único na Península Ibérica. A par do concurso, o município é também a entidade coorganizadora do Festival de Fotojornalismo que decorreu em paralelo na cidade de Coimbra, de 17 a 21 de Abril de 2018. O júri permaneceu em Coimbra durante cinco dias para deliberar e apreciar as reportagens apresentadas a concurso. O ponto alto foi cerimónia de anúncio e entrega de prémios, que teve lugar no Convento São Francisco, no dia 21 de Abril. Santiago Lyon, presidente do World Press Photo 2013 e atual diretor de conteúdos editoriais da Adobe, foi o presidente do júri desta nona edição do Prémio Estação Imagem. Os outros membros foram Sara Naomi Lewkowicz, fotojornalista americana reconhecida pelo seu trabalho sobre violência doméstica e famílias LGBTQ e já vencedora de dois World Press Pir para o topohoto, Marco Longari, fotojonalista da AFP responsável pela fotografia no continente africano, e Tanya Habjouqa, fotógrafa documental especializada no Médio Oriente e também vencedora de um World Press Photo.
 
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Bolsa Estação Imagem | 2017 Viana do Castelo,
“Minhotos de pele salgada”
 © Leonel Castro

© Leonel Castro
   A exposição fotográfica do vencedor da bolsa Estação Imagem | 2017 Viana do Castelo, “Minhotos de pele salgada”, de Leonel de Castro, foi inaugurada no dia 24 de março, nos antigos Paços do Concelho, em Viana do Castelo, tendo sido ao mesmo tempo lançado o livro deste trabalho.

Esta exposição de 30 fotografias, com uma nova forma de apresentação em relação às anteriores exposições da Bolsa, é o resultado do projeto que Leonel de Castro levou a cabo ao longo do ano, com os pescadores da região de Viana do Castelo.

(…)

Este é, pois, o retrato humanizado de uma parcela atlântica que nos dá robalos, congros, badejos, fanecas, gorazes, negrões, sapateiras, navalheiras, lavagantes, polvos. Vê-los no prato, lembrando os homens e as mulheres que o tornam possível, muda tudo. O sabor das iguarias é acentuado por um tempero que não se compra: o respeito."

Leonel de Castro, Março de 2018

 
   
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“Alma mexicana em terras lusas”
 © Flor Garduño

Maria
Portugal, 1995

© Flor Garduño
   “Alma mexicana em terras lusas” é uma exposição de imagens de Flor Garduño, fotógrafa mexicana, feitas em Portugal, em 1995.

As 13 imagens que integram a exposição pertencem à Coleção Nacional de Fotografia.

Flor Garduño nasceu na Cidade do México, em 1957.

Depois de terminar os estudos na Academia de São Carlos começou a trabalhar como assistente do Mestre Manuel Alvarez Bravo.

O seu primeiro livro, “A Magia do Jogo Eterno”, publicado em 1985, foi seguido por “Bestiarium”, logo em 1987. “Testemunhos do Tempo”, com 6 edições em 1992 e publicado pela Aperture em 2000, foi um sucesso em termos críticos e artísticos, e as fotografias estiveram expostas em mais de 40 museus de todo o mundo, incluindo o Instituto de Arte de Chicago, o Centro de Fotografia Criativa de Tucson, os Museus de Belas Artes da Cidade do México, Buenos Aires e Santiago (Chile), o Museu do Eliseu de Lausanne e a Universidade de Salamanca. Em 2002, publicou “Flor/Inner Light” (Bulfinch Press, Nova Iorque), um trabalho de naturezas mortas, nus e retratos (4 edições) e, em 2005, publicou “Naturezas Silenciosas” (naturezas mortas), editado por Gabriele Editore, Mendrisio (Suíça).

A fotógrafa está representada em numerosas coleções públicas e privadas, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, o Museu J.P. Getty de Los Angeles, Stiftung fur Fotografie de Zurique e o Centro Português de Fotografia.
 

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